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Acusados de homicídio vão a júri na comarca de Vitorino Freire

terça-feira, 18 de outubro de 2016

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Ilustração.

A 1ª vara comarca de Vitorino Freire promove júris nos quais sentam no banco de réus dois acusados de homicídio. Os julgamentos ocorrem nos dias 18 e 19 de outubro, sempre às 8h30, no fórum da comarca (Rua Amaral Peixoto, 05, Centro), com início às 8h30. Preside os julgamentos o titular da unidade, juiz Jairon Ferreira de Morais.

Verisfran de Sousa Santos, o "Buneco", como é conhecido, é o réu do júri do dia 18. Ele responde por homicídio praticado contra Francisco de Assis da Silva, o "Francisco Filho".

Consta da acusação que o crime se deu no dia 24 de setembro, por volta das 3h da manhã, em uma praça no centro do município, após uma discussão travada entre acusado e vítima, quando Verisfran, sacando de um revólver, disparou três tiros contra Fancisco de Assis, matando-o.

Também réus no processo, Patrick Holanda Ribeiro e Fábio da Silva teriam dado fuga a Verisfran. De acordo com o relatório do processo, como a acusação que pesava contra os dois "admitia proposta de transação penal e ainda em vista de que os mesmos acusadod preenchiam os requisitos legais, referido favor legal fora ofertado pelo MPE, aceito pelos acusados e homologado por este Juízo".

No júri do dia 19, quem senta no banco dos réus é Francisco das Chagas Costa, vulgo "Galego". Juntamente com Antonia Lima do Nascimento, a "Loura", como é conhecida, Francisco responde pelas acusações de homicídio e de tentativa de homicídio que tiveram como vítimas, respectivamente, José Antonio Garcês (homicídio), Luís de Jesus e João Batista (tentativa de homicídio).

De acordo com o processo, o plano do crime teria sido urdido por "Loura" que, motivada por vingança advinda do término de um relacionamento havido com a vítima, notadamente em virtude de desavenças quanto à partilha de bens.

Ainda segundo o processo, para dar curso ao plano, no dia 1º de novembro de 2009, o réu, juntamente com a autora intelectual do crime, teria saído à procura da vítima, encontrando-a em um bar, em companhia de outras duas pessoas em uma mesa. Sentando-se em uma mesa próxima, o réu aproximou-se por trás da vítima, atingindo-a nas costas com dois disparos de arma de fogo que lhe causaram a morte (José Antonio).

Na ocasião, o acusado teria ainda disparado contra um irmão da vítima, Luis de Jesus, fugindo em seguida do local. Durante a fuga, Francisco efetuou dois disparos contra outro irmão de José Antonio, João Batista, após o que tomou rumo ignorado. Luís de Jesus e João Batista sobreviveram aos tiros.

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