Mearim Motos

Polícia Civil, apresenta acusado de matar menor de três anos na cidade de São Domingos-MA

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

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  Deilândia Assunção e Antônio Matia






























Foi apresentado na manhã da quarta-feira(16), em coletiva a imprensa realizada na SSP o lavrador Antônio Matias(32), acusado de participação da morte de uma criança de 3 anos de idade, o crime aconteceu no domingo(13), no povoado Baixão Grande na cidade de São Domingos-Ma
Segundo o delegado César Ferro, regional da cidade de Presidente Dutra, a prisão de Antônio Matias foi motivada pelo fato da Sra. Deilândia Assunção mãe da menor de três nos, que se encontra presa, em seu segundo depoimento, ter revelado a participação do seu companheiro na morte da sua filha, informando a autoridade policial, que Antônio Matias teria quebrado a perna da criança, dias antes dela ir a óbito, e que ele costumava abusar sexualmente da inocente vítima, introduzindo dedo na vagina da criança.

Entenda o caso

A Superintendência de Polícia Civil do Interior, através da Delegacia Regional de Presidente Dutra, tomou conhecimento da morte de uma criança em Baixão Grande, Povoado de São Domingos-MA, que a criança teria sido vítima de maus tratos e espancamentos pela sua própria mão Deilândia Assunção, sendo esta presa por policiais militares e conduzida para a delegacia daquela cidade. Devido a complexidade do caso, Deilândia foi trazida para São Luís-Ma, onde foi reinquirida na SPCI, pelo delegado César Ferro, e pelo Superintendente Dicival Gonçalves.
Em seu primeiro depoimento, a acusada assumiu a autoria do crime, dizendo que na Sexta-feira(11), teria espancado a  criança, e  logo após, jogou a vítima contra a parede do banheiro, o que culminou com uma lesão na cabeça da menor, ocasionando um forte sangramento.

Deilândia disse que mesmo vendo sua filha sangrando, não a levou ao hospital, que no dia seguinte, no sábado(12), a criança amanheceu aparentemente normal sem sangramento, e que só no domingo(13), constatou que a sua filha estava morta.
Em segunda versão do seu depoimento, Deilândia nega sua participação, e acusa o seu companheiro Antônio Matias de ser o autor das torturas seguida da morte da criança. Disse que na quinta-feira(10), Antônio teria quebrado a perna da criança, e que nos dias seguintes teria abusado da inocente vítima, introduzindo o dedo nas partes íntimas da sua filha, e que esse atos praticados pelo seu companheiro, eram contínuos, e que ela não havia denunciado Antônio Matias, pois temia a sua própria vida, pois ele ameaçava Deilândia de morte, caso ela o denunciasse. Falou que inclusive no dia do crime, o acusado chegou a colocar uma faca na sua boca, dizendo que se ela contasse a polícia, ela iria morrer.

Ao ouvir o segundo relato da mãe da criança, o Superintendente da SPCI, pediu ao delegado responsável pelo inquérito, que determinasse a prisão de Antônio Matias,  que foi pedido a justiça, e de pronto foi atendido pelo Juiz daquela comarca, tão logo foi efetuada a sua prisão, foi determinada e a sua transferência para São Luís.

Ao ser interrogado pelo delegado César Ferro, Regional de Presidente Dutra que está a frente do caso. Antônio Matias disse ser inocente, que quem torturado a criança, era própria Deilândia, mãe da vítima. Falou que tomou conhecimento do espancamento da criança no sábado(12), quando chegou do trabalho e que no domingo a noite, percebeu que a criança, estava morta, na rede do quarto de Deilândia. Antônio Matias informou ainda em seu depoimento, que Deilândia Assunção, chegou a propor a ele que enterrasse o corpo da criança no quintal, sem que a polícia soubesse. O que ele não concordou. Disse o Acusado.

epois de interrogado, o acusado foi apresentado a imprensa, logo após foi conduzido ao IML, para exame de corpo delito, sendo posteriormente conduzido ao Centro de Triagem em Pedrinhas, onde ficará a disposição da Justiça.
Participaram da coletiva, o Secretário de Segurança, Jefferson Portela, Lawrence Melo Delegado Geral, Dicival Gonçalves, Superintendente de Polícia Civil do Interior, Delegado César Ferro, Perito Criminal Miguel Alves, Superintendente da SPCI, e o Coronel Luongo Sub-comandante da PMMA.

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