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Justiça nega pedido de internação e acusado de agredir mãe permanece em Pedrinhas

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

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O bacharel em Direito, Roberto Elísio Coutinho de Freitas, acusado de agredir física e psicologicamente a própria mãe, a professora universitária aposentada J.C.M.F., de 84 anos, vai continuar preso no Complexo Penintenciário de Pedrinhas. Nessa terça-feira (8), durante audiência de instrução e julgamento, a juíza Oriana Gomes, titular da 8ª Vara Criminal, negou pedido da defesa para que ele fosse assistido em uma clínica de internação pelo período de 90 dias, deixando para examinar o caso, quando da prolação da sentença. O Ministério Público se manifestara pelo indeferimento do pedido, por entender que o réu tem plena consciência dos atos praticados.

Das sete testemunhas de acusação e defesa, arroladas para a audiência de terça-feira (08), apenas Danielle de Sousa Matos (companheira do acusado) não compareceu, e por isso deixou de prestar depoimento. Entre as testemunhas ouvidas estavam Roberto Elísio Coutinho de Freitas Filho (filho do acusado), o gerente de Relacionamento da Agência Estilo- Calhau, do Banco do Brasil, Istélio Sousa Campos, e o psiquiatra Hamilton Raposo de Miranda Filho. O acusado também foi interrogado na audiência.

Terminada a fase de instrução processual, será aberto prazo para as alegações finais da defesa e da acusação, após o qual a juíza proferirá a sentença. Pela acusação atua no caso o promotor José Augusto Cutrim Gomes, e pela defesa, o advogado Jânio Queiroz.

O CASO - José Elísio Coutinho de Freitas é acusado de agredir física e psicologicamente a própria mãe de 84 anos. No dia 26 de maio a justiça decretou a prisão preventiva dele e determinou medidas protetivas, incluindo o seu afastamento do lar, devendo manter distância de 1.000 metros da idosa, que passou a residir na companhia do neto dela, José Elísio Coutinho de Freitas Filho.

A decisão da juíza atendeu representação da Delegacia de Proteção ao Idoso, que prendeu o acusado em flagrante, a partir de denúncia fundamentada em vídeo. A autoridade policial pugnou pela prisão preventiva dele e a determinação de medidas protetivas, com vistas a preservar a integridade física, moral e psicológica da ofendida.

No dia 13 de junho 2017, a justiça manteve a prisão de José Elísio Coutinho Freitas, após receber a peça acusatória ofertada pelo promotor de Justiça José Augusto Cutrim Gomes, tendo por por base o inquérito policial. A defesa do acusado requereu a sua internação em clínica ou hospital, sob a alegação de transtorno de natureza mental, conforme laudo pericial anexado aos autos.
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1 comentários :

  1. Anônimo disse... :

    essa aberraçao esse monstro tem que ficar e preso se e doido ai e que tem que ser preso ele e um mostro eu perdi uma casa vendi a minha e aumentei a de minha mae tudo pra durmir e acordar com ela pra ninguem judiar dela ela morreu eu estoi sem casa meus irmaos vao vender ei nao posso comprar outra mais faria tudo denovo mais minha rainha ninguem judiou

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